26.02.2010
A Associação Nacional de Livrarias (ANL) estima que os furtos representem um prejuízo de até 4% para o setor, em um mercado que movimentou R$ 1,9 bilhão de reais só em 2009. "A coisa é tão séria que as livrarias hoje usam sistemas sofisticados de vigilância", avalia Vitor Tavares da Silva Filho, presidente da ANL.
A partir de dados oficiais da Fnac e da livraria Loyola, além de enquete com outras seis livrarias do eixo Rio-São Paulo, a Folha chegou a uma estimativa dos principais alvos dos ladrões de livros. No último semestre, o livro mais roubado no país foi o best-seller juvenil "Lua Nova", de Stephenie Meyer. Outros títulos, no entanto, confundem o traçado do perfil do criminoso literário.